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Comi a prima da minha esposa

Marido infiel não resistiu aos encantos da prima da esposa e acabou traindo ela.

Olá meu nome é Leo, e quero contar aqui o dia em que comi a prima da minha mulher.

Tenho 40 anos, moreno bem apessoado, pedalo, nado e faço academia. Sou casado há 12 anos. Kátia, minha esposa, tem 36 anos. é branquinha, do tipo falsa magra, com um bumbum bem redondinho que me faz adorar fodê-la por trás. Jamais imaginei trair minha esposa, pois temos uma boa relação na cama e fora dela. O que vou relatar aqui aconteceu faz 7 anos, eu tinha 33 anos e minha esposa, 29.

Minha esposa tem três primas que moram no interior e que sempre foram muito próximas dela e, por tabela, de mim também, apesar de eu nunca ter olhado para elas com outros olhos. A prima do meio, Juliane, na época com 19 aninhos, veio morar na capital pra tentar vestibular, trabalhar, etc. Juliane é morena, alta, olhos grandes e puxados, boca carnuda, bumbum grande e seios durinhos, no frescor da idade. Na época, eu trabalhava manhã e tarde, e quando saía do trabalho ia buscar minha esposa no trabalho dela e, à noite, estávamos os três sempre em casa. Juliane passava o dia em casa estudando para o vestibular, o que pra nós foi ótimo pois era alguém pra cuidar da casa enquanto estávamos fora. Aos fins de semana, saíamos os três, ideia de minha esposa para deixar Juliane mais à vontade com a cidade. A rotina era essa, e eu sequer imaginava que poderia rolar alguma coisa com Juliane, pois ela era bem na dela, tímida e, além disso, nunca tinha me dado qualquer abertura para isso.

Aconteceu que, um dia, saí do trabalho mais cedo e voltei pra casa antes do normal. No caminho, liguei para minha esposa pra avisar que já estava indo pra casa e que ela pegasse um táxi pra voltar, mas minha esposa não atendeu. Cheguei em casa, Juliane estava lavando a louça e perguntou se eu queria lanchar, falei que já já ia comer algo e fui tomar um banho. Juliane estava com uma blusa de alcinha de algodão e shortinho curto combinando, bem à vontade. Aquele figurino a deixava linda, com os peitinhos duros levantando a frente da blusa e deixando um pedacinho da barriga à mostra, e o short contornando aquela bunda perfeita. Entrei no banheiro e levei o celular pra ouvir música enquanto tomava banho. Toquei uma punheta das boas, meu cacete duro como rocha, pois não conseguia parar de pensar naquela visão maravilhosa daquela ninfeta na minha cozinha, praticamente ali do outro lado da parede. Quando eu já estava saindo do chuveiro, minha esposa liga pra saber por que eu havia ligado, então lhe avisei que já estava em casa e que era pra ela pegar um táxi. Ela disse que OK, e quando eu já ia desligar, ela pediu pra falar com a prima. Chamei Juliane e abri parcialmente a porta do banheiro para lhe entregar o telefone. Aquela situação me deixou louco: eu ali pelado, a poucos centímetros de distância daquela gostosa, minha pica latejava de tesão. A conversa delas foi rápida, minha esposa pediu pra ela ir comprar algumas coisas no supermercado, e ela veio deixar o telefone de volta. Na hora de receber o telefone, abri de novo a porta parcialmente, e dessa vez pude perceber o olhar de Juliane descer, como que curiosa, em direção ao meu pau. Fiquei com a impressão de que ela demorou um pouco a entregar o telefone de propósito, mas na hora achei que fosse coisa da minha cabeça. Agradeci e ela foi pro quarto dela. Terminei de me enxugar e fui pro meu quarto me vestir. Quando saí, Juliane já tinha ido pro supermercado. Fiquei o resto do dia pensando naquele olhar de curiosidade que ela tinha lançado, e cada vez que eu lembrava aquilo me enchia de tesão de novo.

Na semana seguinte, percebi uma mudança de comportamento em Juliane. Havia se tornado menos tímida, ria e conversava bastante conosco à mesa. Minha esposa chegou a observar: “Menina, essa cidade está é te fazendo bem!”. Ela só sorria e dizia “é mesmo”. Percebi que, volta e meia, ela me lançava uns olhares, mas eu sempre preocupado de estar interpretando errado as coisas, não me arriscava, pois como ela era da família, eu ficava com medo da merda que podia dar. Ao mesmo tempo, estava com cada vez mais tesão nela, e naquela semana minha esposa foi só elogios a mim na cama.

Por ironia do destino, aconteceu que minha esposa precisaria viajar no fim de semana seguinte e, coincidentemente, haveria uma festa de aniversário de um parente nosso. Kátia combinou conosco que, pra não ficar chato, que eu Juliane fôssemos, já que ela não poderia estar presente. Perguntei se Juliane realmente queria ir, disse que se ela quisesse ficar em casa eu iria só mesmo. Ela disse que iria e ficou tudo combinado.

Chegado o fim de semana, minha esposa viajou no carro, deixando somente nossa moto para irmos à festa. No sábado à noite, nos arrumamos para ir ao aniversário. Juliane saiu do quarto e me perguntou se sua roupa estava boa. Ela estava super provocante, com um vestido vermelho curto e colado, que acentuava todas as suas formas perfeitas, deixando sua bunda e coxas grossas bem destacadas. Respondi apenas sorrindo malicioso, ao que ela respondeu mordendo os lábios, me olhando bem nos olhos e dizendo: “é com esse mesmo que eu vou!”

Seguimos para a festa. Minha moto tem um apoio de costas para o passageiro, o que fez com que Juliane fosse com o corpo bem coladinho no meu. Eu sentia aqueles seios durinhos pressionando minhas costas e me imaginava com eles na boca. Chegando lá foi uma festa bastante animada, a família da minha esposa é grande e, quando se reúne, a folia é das boas, muita comida e principalmente bebida. Dei só uma bebericada de leve numa cervejinha, pois como estava de moto, não queria me arriscar. Fiquei numa mesa com o pessoal mais da minha idade e Juliane foi pra outra mesa como uma galerinha mais jovem. De vez em quando eu olhava pra mesa dela pra ver se ela já queria ir embora, e todas as vezes que ela via que eu estava olhando, ela me olhava mordiscando o lábio como quem está curiosa com alguma coisa.

Terminada a festa, pegamos a moto e fomos embora. No caminho eu não parava de pensar naquela mordiscada de lábio e naquele olhar curioso. Resolvi que ia arriscar. Perguntei se ela estava a fim de tomar alguma coisa, ela disse meio sem jeito que sim, mas que não queria beber sozinha. Respondi que a gente compraria umas bebidas e bebia em casa mesmo e ela topou. Paramos numa loja de conveniência, compramos algumas cervejas e fomos para o apartamento.

Ficamos sentados no sofá tomando cerveja, botei uma música bem agradável e ficamos conversando. Papo vai papo vem, o assunto vira sexo, aí me animei. Ela me revelou que tinha tempo que não fazia nada, que queria transar, e que tinha um namoradinho no interior mas não despertava muito o desejo dela. Perguntei então o que despertava o desejo dela. Ela sorriu e perguntou como éramos eu e minha esposa na cama, nessa hora meu pau já prestes pra explodir, respondi que a prima dela era ótima na cama e aí ela disse, com os olhos vidrados no meu pau: “Eu sei. Eu já vi você comendo minha prima.” Ela então me contou que, uma vez, estava sem sono e estava indo à cozinha beber água quando passou em frente ao nosso quarto e escutou minha esposa e eu gemendo baixinho (de fato eu e Kátia sempre tentamos não fazer barulho justamente pra Juliane não ouvir do quarto dela). Ela disse que a porta do nosso quarto tinha uma fresta pela qual dava pra ela me ver fodendo a prima dela. Pensei “é agora ou nunca” e perguntei: “gostou do que viu?” Mal deu tempo de ela fazer que sim com a cabeça e eu já fui acariciando sua nuca com força e lhe dei um beijo. Ela correspondeu enlaçando os braços em mim e passando a perna por cima da minha. Eu beijava seu pescoço e percorria minhas mãos pelo seu corpo. Com um das mãos, eu acariciava os seios apertando-os levemente, e com a outra mão apertava suas coxas e sua bunda gostosa. Ela me apertava os braços e as costas dizendo “ai seu gostoso me pega assim vai”.

Levantei Juliane do sofá e a encostei na parede, segurando sua coxa levantei seu vestido vermelho e comecei a acariciar com força aquela bunda gostosa. Ela tirou minha blusa e começou a apertar meu peitoral e meu abdômen. Eu beijava e mordiscava seu pescoço e suas orelhas, e ela começou a acariciar meu pau por cima da calça. Ao mesmo tempo eu alisava sua bucetinha por cima da calcinha que, naquela hora, já estava encharcada de tesão. Ela se abaixou, abriu minha calça e começou a chupar meu pau de um jeito muito gostoso, alternando entre chupar a cabecinha e engolí-lo completamente, me levando aos céus. Retribuí chupando e lambendo sua bucetinha, coloquei uma de suas pernas em meu ombro e enfiava meu dedo em sua xana quente enquanto lambia seu grelinho rosado. Senti Juliane estremecer e ela me disse: “eu quero te dar, Leo, quero que você me coma e me faça gemer igual você faz com minha prima”. Nessa hora não pensei duas vezes, sentindo os pelinhos daquela bucetinha quente nos meus dedos, abri bem sua xaninha e meti meu cacete, e comecei um movimento de vai e vem gostoso, ela gemia e dizia para não parar. Acelerei o ritmo e percebei que ela gostou mais ainda. Em pouco tempo, suas pernas tremeram, percebi que ela estava gozando, ainda bem por que já estava difícil segurar de tanto tesão, e gozei junto. Ela balbuciou algo incompreensível e desabou quase desmaiada no sofá. Ficamos ali deitados, abraçados por alguns instantes, e depois eu a chamei para tomarmos banho juntos. No chuveiro, nos ensaboando, aquele alisa alisa, logo meu pau estava a postos de novo. Virei Juliane de costas e a fodi por trás, admirando aquela bunda magnífica. Juliane rebolava gostoso na minha pica, e em alguns instantes já estava gozando de novo. Que visão maravilhosa, aquela bunda gostosa que eu tanto tinha cobiçado ali, na minha frente, estremecendo de tesão. Coloquei-a de joelhos e ela mamou meu cacete maravilhosamente até que eu também gozei. Finalizamos o banho e fomos dormir juntos.

E foi assim que eu comi a priminha novinha da minha esposa. Num próximo conto, eu conto a vocês sobre o dia seguinte, quando eu comi o cuzinho de Juliane a pedido dela própria.

 

Enviado por: Leo

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