Um casal tímido finalmente topa sair comigo, mas com uma condição: se a mulher aguentar levar rola no cu sem chorar, o marido também terá que dar o dele. A noite foi de muita cerveja, surpresas e gemidos, com direito a eu comer os dois e ainda ganhar a aposta. Safadeza pura!
Nos encontramos em uma lanchonete. Os dois estavam nervosos. Era a primeira experiência deles com outra pessoa. Acalmei os dois, bebemos umas cervejas e falamos da aposta.
Chegando no motel, escolhi um quarto bem espaçoso. Hidro, sauna, cama bem grande e uma saleta. Mandei os dois ficarem a vontade na cama e fui para a sauna. Demorei bom tempo. Quando voltei eles estavam num 69 gostoso.
Foi a hora de quebrar o gelo. A Vera estava por cima. Ele chupava a xotinha dela e deixou o cuzinho todo relaxado. Cheguei bem leve, acariciando a bunda e cai de boca no cuzinho dela. A mulher foi até as estrelas.
Uma língua na xoxota e outra no cuzinho. Notei que o marido ficou louco com a situação. Tudo novo para eles então fui com calma. Não demorou para Vera gozar com os dois machos lambendo ela. Foi um ótimo começo.
Mas o marido estava em ponto de bala. Precisava gozar também. Aproveitei que ele estava perto das estrelas e mandei ela ficar numa posição que conseguia lamber o cú dele. Se ela tinha recebido língua no cú, ele ia receber também. ehehehe
Quando menos esperava, a Vera deu um jeito de botar o Diego de 4. Foi minha vez. Empurrei a vera para chupar a piroca dele e eu cai de boca no cuzinho virgem do Diego!
Nunca vi um homem se contorcer tanto. Gozou em poucos minutos. Enchei a boca da Vera que engoliu tudo! Descansamos. Tomamos mais umas cervejas. Já descontraídos. Eu falei que foi bom ver os dois gozando mas eu queria gozar também!
O Diego perguntou como eu queria gozar. Minha resposta foi imediata. Quero gozar igual você gozou. Nem dei tempo deles responderem. Puxei a Vera para baixo de mim. Na posição 69, mas fiquei por cima. Com a piroca enterrada na boca ela.
E meu rabo bem empinado. O Diego entendeu o recado e logo começou as lambidas na minha bunda. Com certeza era a primeira vez. Demorou um pouco para pegar o jeito. Mas logo estava se divertindo no meu rabo.
Não aguentei muito tempo e enchi a boca da vera com leite de macho. A vadia engoliu tudo. Tomou a segunda leitada da noite! Fomos para a hidro e brincamos um tempo. Relaxamos. Quando minha piroca ficou dura outtra vez, mandei o Diego ficar na hidro e puxei a Vera para a cama.
Falei que era hora de pagar a aposta. Ela sorriu. Coloquei numa posição confortável. De um jeito que o maridinho podia ver o rosto dela, de longe. Ele estava tocando uma bronha na banheira, vendo tudo.
Dei uma boa cuspida no cú dela. Pelo formato já tinha levado muita piroca. Posicionei e fui entrando sem muita resistência. Ela gemia mas não era dor. Era prazer. Depois que passou a cabeçinha deu até um sorriso.
Bombei gostoso naquele cú safado. Ela rebolava e sorria. Uma perfeita puta provocando o marido que estava prestes a perder a aposta. Vi que ele estava se acabando na punheta e ai fiquei com mais tesão ainda.
O corno se punhetando enquanto eu acabava com o cú da esposa. E se eu gozar sem ela chorar de dor, ganho o cú dele de prêmio. Não deu outra. Gozei dentro do cú dela. Enchi de gala!
A Vera entrou em estase e gozou junto comigo. Gozou dando gargalhadas. Depois de algum tempo rindo sem parar. Ela olhou para o Diego e falou que ele tinha perdido e era hora de pagar a aposta.
O Diego ficou meio sem jeito mas de piroca dura ainda. Sinal que pagaria a aposta. Eu precisava ficar duro também. Resolvi arriscar. Chamei ele pra cama. Veio molhado mesmo.
Comecei a elogiar a piroca dele. Olhei bem de perto. A Vera entendeu e perguntou se eu queria chupar. Não me fiz de rougado e cai de boca. Meu tesão veio na mesma hora!
O cú da Vera ainda escorria meu leite e eu já estava no ponto outra vez! Era hora do show. Ele relutou um pouco mas com a ajuda da Vera, ficou na posição certa. De 4.
Usei um lubrificante. Afinal era a primeira vez daquele cuzinho. A esposa olhando bem de perto, me dava mais tesão. Comecei a empurrar. Mas estava muito apertado. Chegou a doer a cabeça da minha piroca.
Ele gemia e pedia para parar. Mas a Vera falava que não podia parar. Aposta é aposta!
Eu nunca tinha metido num cú apertado assim. Não desisti! Mais gel. De repente a cabeça passa. Ele grita de dor! E a Vera fala rindo — Ele está chorando!
Ele estava mesmo chorando mas não deu sinal de querer parar. Então dei uma parada para o orificio acostumar com a bitola. Depois de uns minutos comecei com os movimentos de vai e vem.
O Diego parou com os gemidos de dor e só soltava gemidos de prazer. Dava pra ver que a piroca dele estava muito dura. Eu socava com toda força.
Antes que eu estivesse pronto pra gozar, senti o cú dele espremer minha piroca. Um grito de dor e prazer! Ele estava gozando! Enchendo a cama de gala. Só com o prazer de dar o rabo!
Acabei ficando sem gozar no rabo do Diego, mas como estava muito louco, Tirei do cú dele e continuei na punheta. A Vera queria gala na cara e ganhou! lambuzei aquela vaca com minha gala! Depois ainda beijou o corno.
E foi assim que comi o casal Vera e Diego pela primeira de muitas vezes.





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