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A vizinha de 45 e o vizinho de 18

Publicado em 02/07/2024 por claiber

Eu sempre me considerei uma mulher confiante e segura de si, mesmo aos 45 anos. Meu nome é Clara, e eu vivo em um bairro tranquilo há mais de 20 anos. Sempre tive um bom relacionamento com meus vizinhos, mas nada poderia me preparar para o que estava prestes a acontecer com Daniel, o jovem de 18 anos que havia se mudado para a casa ao lado recentemente.

Daniel era o típico rapaz recém-saído da adolescência, cheio de energia e vitalidade. Alto, atlético, com cabelos castanhos e olhos azuis penetrantes, ele se destacava facilmente. Nos primeiros encontros casuais, sempre foi educado e prestativo, ajudando-me com pequenas tarefas em casa, como carregar as compras ou aparar a grama do jardim. Eu o via como um jovem educado e prestativo, mas com o tempo, notei que havia algo mais em seus olhares, algo que despertava em mim sentimentos que eu há muito tempo não experimentava.

Tudo começou numa tarde quente de verão. Eu estava cuidando do jardim, vestindo um short curto e uma camiseta sem mangas, aproveitando o sol para pegar um pouco de cor. Daniel apareceu, como sempre, oferecendo ajuda. Eu aceitei, e passamos a tarde juntos, conversando sobre trivialidades enquanto trabalhávamos lado a lado.

Com o passar das horas, a atmosfera entre nós começou a mudar. Sentia os olhares dele sobre mim, observando cada movimento que eu fazia. A princípio, tentei ignorar, mas logo a tensão se tornou palpável. Quando me abaixei para pegar uma planta, senti a mão dele roçar levemente minha perna. Um arrepio percorreu meu corpo, e eu me virei para encontrá-lo mais perto do que eu esperava, seus olhos fixos nos meus.

— Desculpe, Clara — ele disse, sua voz um pouco rouca. — Eu não queria incomodar.

Eu sorri, tentando aliviar a tensão. — Não tem problema, Daniel. Está tudo bem.

Mas, na verdade, não estava. Meu coração batia acelerado, e uma parte de mim ansiava por mais daquele toque. Sentia-me viva de uma maneira que não sentia há anos, e sabia que havia algo entre nós que não poderia ser ignorado.

Naquela noite, não consegui dormir direito. Meus pensamentos estavam tomados por Daniel, por seus olhares, por suas mãos. Era um desejo proibido, mas a ideia de ceder a ele me excitava de uma maneira incontrolável.

No dia seguinte, aproveitei o pretexto de devolver algumas ferramentas para ir até a casa dele. Toquei a campainha, e ele logo apareceu, sem camisa, apenas com uma bermuda. Sua pele brilhava de suor, e o cheiro masculino inundou meus sentidos, me deixando ainda mais excitada.

— Oi, Clara. Entre, por favor — disse ele, abrindo espaço para que eu passasse.

Entrei e, sem perder tempo, fui direta ao ponto. — Daniel, precisamos conversar sobre o que aconteceu ontem.

Ele me olhou, seu sorriso desaparecendo enquanto a seriedade tomava conta de seu rosto. — Sim, precisamos. Eu senti algo, Clara. Algo que não consigo tirar da cabeça.

Aquelas palavras foram a minha ruína. Antes que pudesse me controlar, me aproximei dele, meus lábios encontrando os seus em um beijo urgente e cheio de desejo. Suas mãos imediatamente me puxaram para mais perto, segurando minha cintura com firmeza.

Nosso beijo se intensificou rapidamente, e logo estávamos nos movendo em direção ao sofá. Daniel me deitou suavemente, suas mãos explorando meu corpo com uma avidez que eu nunca havia experimentado. Minhas mãos percorriam suas costas, sentindo seus músculos se contraírem sob meu toque.

Ele se afastou por um momento, olhando para mim com desejo nos olhos. — Você é tão linda, Clara. Sempre achei isso.

Sorri, puxando-o de volta para mim. — E você é incrivelmente sexy, Daniel.

Com isso, ele retomou seus beijos, descendo pelo meu pescoço até meus seios, que ele libertou com destreza, removendo minha camiseta e sutiã. Seus lábios e língua trabalharam em meus mamilos, provocando gemidos de prazer que eu não conseguia conter.

Sua mão desceu por meu abdômen, alcançando a barra do meu short. Ele o puxou para baixo junto com minha calcinha, revelando minha intimidade já molhada de excitação. Seus dedos deslizaram por entre meus lábios, encontrando meu clitóris e começando a estimular com movimentos circulares.

Meus gemidos aumentaram de intensidade, minhas mãos cravando-se nos ombros dele enquanto meu corpo se arqueava em resposta ao prazer que ele me proporcionava. Eu nunca havia me sentido tão desejada, tão viva.

— Daniel, por favor… eu preciso de você — consegui dizer, minha voz cheia de urgência.

Ele não hesitou. Livrou-se rapidamente da bermuda, revelando seu membro rígido e pulsante. Posicionou-se entre minhas pernas, e eu senti a ponta dele roçar minha entrada, me fazendo arfar de antecipação.

Com um movimento lento e deliberado, ele me penetrou, preenchendo-me completamente. O prazer foi instantâneo e avassalador. Segurei-o com força, movendo meus quadris em sincronia com os dele enquanto ele começava a estocar em um ritmo constante e profundo.

Cada movimento dele dentro de mim era como uma explosão de prazer, cada estocada me levando mais perto do meu clímax. Os gemidos de ambos preenchiam a sala, criando uma sinfonia erótica que só aumentava nossa excitação.

Aceleramos o ritmo, nossos corpos movendo-se em perfeita harmonia. Eu podia sentir o suor escorrendo pela minha pele, misturando-se com o dele, nossos corações batendo em uníssono. A tensão em meu corpo crescia, um nó de prazer prestes a se desfazer.

Finalmente, senti meu orgasmo se aproximar, e com um grito de prazer, me deixei levar pela onda de sensações que me invadiu. Meu corpo tremeu sob ele, e Daniel logo seguiu, alcançando seu próprio clímax e gemendo meu nome enquanto se derramava dentro de mim.

Ficamos deitados ali por um momento, nossos corpos ainda entrelaçados, tentando recuperar o fôlego. Sentia-me exausta, mas completamente satisfeita. Daniel se afastou ligeiramente, olhando para mim com um sorriso suave.

— Isso foi incrível, Clara. Você é incrível.

Sorri, acariciando seu rosto. — E você também, Daniel. Nem sei o que dizer.

Ele se deitou ao meu lado, puxando-me para perto. — Não precisa dizer nada. Só vamos aproveitar este momento.

E assim ficamos, nossos corpos nus e satisfeitos, aproveitando a intimidade que havíamos encontrado um no outro. Sabia que o que tínhamos feito era proibido, mas não me importava. Pela primeira vez em muito tempo, sentia-me viva e desejada, e isso era tudo o que importava.

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