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A princesinha do papai virou putinha no carnaval

Conto de Incesto: Durante um carnaval, pai e filha acabam fazendo sexo durante o carnaval e a filha vira a putinha do papai.

Quando me separei, minha princesinha era muito novinha. O meu trabalho diminuiu a nossa convivência e o ressentimento da sua mãe suprimiu ainda mais estes breves contatos, ela só me ligava para avisar quando menina estava doente ou quando ela se encontrava com dificuldade financeira. Insatisfeita com o padrasto e um pouco rebelde com a mãe, minha princesinha dizia que iria morar comigo assim que ela completasse a sua maior idade. Infelizmente no dia dezessete de fevereiro eu estava a serviço e não pude compartilhar com a minha princesinha a sua maior idade, mas telefonei desejando-lhe felicidades e lhe dizendo que estaria de férias após este serviço e que seu quarto já estaria pronto a sua espera caso ela ainda quisesse morar comigo.

Eu não esperava que a minha rotina fosse mudar totalmente, minha princesinha agora era uma mulher e a essa altura da vida, voltar a conviver com uma mulher dentro de casa mesmo que essa mulher fosse a minha filha estava sendo muito difícil, eu não encontra mas o meu banheiro livre e encontra minúsculas calcinhas penduradas no chuveiro, finalmente a minha cozinha estava arrumada e a refeição estava pronta mas sem que eu tivesse escolha ao cardápio, minha televisão agora só exibia novelas e seriados, a musica era boa mais o volume excessivo e nem na paz do meu quarto eu tinha privacidade porque com ela dentro de casa eu não podia dormi e nem andar mais a vontade e ela ainda queria ser tratada como a minha princesinha, se enfiava na minha cama todas as noites pedindo para que eu fizesse cafuné na sua cabeça e depois que ela dormisse eu a levasse no colo para a sua cama.

A primeira vez que ela se enfiou na minha cama eu estava completamente nu, fiquei constrangido porque eu não esperava pela sua invasão e embora ela parecesse não se importar com a minha nudez, vesti-me rapidamente e quando a levei, não pude deixar de repara que a minha princesinha tinha se tornado uma linda mulher, seu jovem corpo sedutor transparência através da sua fina camisola, a sua pele cheirosa estava arrepiada e os seus seios rígidos inspiravam desejos proibidos. Tentei diminuir o contato visual não a levando para a sua cama nas noites seguintes, mas a minha princesinha é muito espaçosa na cama e na quarta ou quinta noite nos acordamos entrelaçados como se realmente tivéssemos dormido juntos e é claro que isso não teria significado nada se eu não tivesse sentido o calor do seu sexo quando acordei com aquela vontade matinal de ir ao banheiro, ereto entre as suas coxas.

Ela me deu um selinho de bom dia e disse que eu estava muito cansado porque ronquei a noite toda, passei o dia me martirizando com duvidas ao meu caráter e decidi que ela não poderia mas continuar dormindo na minha cama.A campainha soou e quando atendi era um casal jovem a mulher disse que era amiga da minha filha e que o homem era um artista plástico que faria as suas fantasias para o baile de carnaval, passaram horas trancadas no quarto fuxicando de vez enquanto se ouvia as gargalhadas deles, confesso que fiquei com uma pontinha ciúmes e por diversas vezes pensei em invadir o seu quarto, a porta se abriu e eu estava curioso para ver a sua fantasia ela e a amiga vestiam um sobre tudo, eles se despediram e foram saindo, insisti para ver a sua fantasia e ela me disse que era carnaval e que não ia adiantar eu começar a reclamar que a sua roupa estava muito curta ou apertada, depois de muita insistência ela concordou em mostrar e me pediu para que tomasse distancia para ver a obra completa.

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Com a distancia não pude perceber que a sua fantasia se tratava de pintura no corpo e que na verdade ela estava nua, a fantasia era de uma policial americana, as botas, o cinto de utilidades, a gravata, o quepe e os óculos escuros eram na verdade as únicas coisas concretas que ela usava por baixo do sobre tudo, o micro short com cadarço no estilo jeans que indicava que ela não estava usando calcinha e a blusinha curta e apertada que modelava os seus seios com lapela para prender a plaqueta com o nome da policial na verdade não passava de textura acrílica, tinta imitando uma falsa roupa e que com certeza enganou a muitos olhares desatentos a sua beleza, era tão perfeito que o artista se deu ao trabalho de reproduzir detalhes como as costuras da roupa, com certeza ela chamou muito a atenção por estar sexy e não por estar nua. Não tem jeito e pai que é pai sempre se preocupa, enquanto ela não retornou eu não consegui dormir, deveria ser por volta das quatro da manhã quando ela e a amiga entraram em casa as duas estavam alegre por conta da bebida.

Eu improvisei rapidamente uma cama para a sua amiga que insistia em me chamava de tio afirmando que não tinha acontecido nada, que a minha filha me amava muito, que era para eu desencanar que só iria rolar coisas boas nas nossas vidas. Minha filha saiu do banheiro e eu disse para ela olhar a sua amiga que estava muito louca falando um monte de besteira, fui à cozinha fazer um café bem forte para elas e quando voltei para o quarto as duas estavam desmaiadas, ajeitei a minha princesinha na cama, retirei as suas botas e quando abri o seu sobre tudo e que se revelou a sua nudez, de perto era nítido o contorno do seu corpo e o calor da folia havia borrado a sua pintura mostrando a farsa do seu uniforme, espiei rapidamente a sua amiga como se quisesse ter certeza do que eu estava vendo na minha filha e vi que ela também estava completamente nua, cobri cada uma com um lençol e fui para o meu quarto tentando imaginar como eu chamaria a sua atenção, de que maneira eu poderia advertir a sua beleza e sensualidade que me provocava e me excitava.

Lá pelas dez da manhã acordei com a minha princesinha ao meu lado e a primeira reação foi de levantar o lençol para ver se ela continuava com aquela pintura no corpo, mas ela estava limpa e cheirosa, com uma das suas camisolas transparente e com uma calcinha minúscula que fazia a sua bunda lisinha parecer enorme. Depois de observa – lá por algum tempo, sai ofegante do quarto pensando mil bobagens, fui ao quarto dela e a sua amiga não se encontrava mais, me sentei na sala com meus pensamentos proibidos sem saber se a censurava ou a possuía, fui surpreendido pela minha filha que me arrepiou com um beijou no pescoço e se jogou sobre o sofá caindo em cima do meu colo enquanto me desejava um bom dia. Comecei a ficar com duvidas entre o certo e o errado, se eu estava obcecado visualmente pelo seu jovem corpo ou se realmente ela estava flertando comigo, comecei avaliar o seu comportamento tentando imaginar o que a sua amiga queria me dizer por que apesar dela ter feito dezoito anos continuava se comportando como se fosse a minha princesinha se jogando no meu colo que nem uma criança mimada pedindo atenção e independentemente dos lugares vagos que existiam a minha princesinha que agora possuía um lindo corpo de mulher só queria ficar sentada no meu colo.

Filha ou não a verdade é que ela era uma mulher jovem e bonita, que não mostrava nenhum tipo de pudor ou vergonha por estar quase despida na frente do seu pai, era como se seu pai não fosse um homem ou talvez o único homem a quem ela desejasse seduzir. Tentei me impor com ela ainda sentada no meu colo e comecei a reprimir o seu comportamento, ela me disse que não havia acontecido nada de mais e começou a me contar com detalhes como tinha sido a sua noite no baile de carnaval, a ousadia já havia começado logo assim que ela saiu de casa desfilando nua pelas ruas do bairro, depois de cruzar dois quarteirões ela e a amiga embarcaram no carro do namorado de outra amiga que as esperava com mais dois rapazes, depois de umas garrafas de ice todos estavam bastante animados e os rapazes começaram com as investidas a amiga que estava com o namorado transou com ele ali no camarote na presença delas a outra ficou bem animada rolou ate uns amasso e mas nada e ela, ela só queria saber de sambar enquanto a multidão olhava babando e a desejando.

Essa ultima frase ela falou rebolando a sua enorme bunda no meu colo e inevitavelmente meu pênis deu sinal de vida a cutucando por baixo, então ela levantou e tornou a sentar no meu colo, desta vez sentou-se de frente para mim, começou a me dar selinhos perguntando manhosa se eu ainda estava bravo com ela e se ainda ia brigar com a minha princesinha só porque ela tinha ido brincar o carnaval. Ela tornou a rebolar no meu colo enquanto dizia, senti o fundo da sua calcinha roçando na cabecinha do meu pênis que já pulsava de tesão, meus olhos estavam hipnotizados nos seus lindos seios que transpareciam através da fina camisola e ela ainda conduziu as minhas mãos ate a sua bunda redondinha fazendo com que eu a puxasse para junto do meu corpo e com isso seus mamilos rígidos tocaram nos meus lábios.

O resto foi puramente instintivo, eu não sei dizer o que eu fiz e nem como começamos só sei dizer que quando recobrei a minha consciência eu estava nu entre as suas pernas, ofegante e suado sentindo um misto de culpa e prazer, depois de ter gozado dentro da sua bocetinha. Enquanto isso minha filha demonstrava um estado de euforia e satisfação pedindo insaciavelmente para que eu não parasse de mexer, me deitei ao seu lado no tapete da sala e fiquei olhando para o teto tentando recobrar na memória tudo o que tinha acabado de acontecer, mas ela correu uma das suas mãos sobre o meu peito e foi descendo ate que ela chegasse ao meu pênis, massageou suavemente e logo em seguida se curvou para abocanhá-lo, chupou com sofreguidão a ate o meu pênis ficar rígido de novo, depois montou e cavalgou, começou com movimentos suaves requebrando o quadril, mas logo passou a quicar freneticamente enquanto gozava, seu liquido fluía com abundancia escorrendo pela base do meu pênis e me salpicava o rosto com as suas gotículas de prazer a cada penetrada, meu corpo foi tomado por um insaciável desejo de possui – lá a dominei em meus braços e a deitei no sofá igual a um franguinho assado, ela suportou com muita histeria a fúria das minhas estocadas mandando que eu metesse com força na sua bocetinha, o que eu já estava fazendo sem nenhuma piedade e com muito prazer.

Me ajoelhei na sua frente mantendo-a na posição e diminui o ritmo das minhas investidas tentando prolongar um pouco mais a nossa relação só que ela pois uma de suas mãos na minha barriga impedindo a minha penetração e com a outra ela conduziu meu pênis para o seu anelzinho, meu pênis se dobrou e escapuliu duas vezes antes de invadir de uma só vez o seu anelzinho apertado, ela mordeu um de seus braços enquanto espalmava uma das mãos no meu peito, fiquei imóvel esperando ela relaxar e quando o seu quadril começou a fazer movimentos circulares eu comecei a fazer o vai e vem. Eu estava muito excitado e não demorou muito para que eu enchesse seu rabinho de leite, seu anelzinho quentinho e apertado simplesmente esfolava o meu pênis que escorregava gostoso para dentro do seu reto, quando meu pênis parou de pulsar ela começou forçar o seu anelzinho para expulsa-lo e assim que ele saiu do seu rabinho eu desabei sentado no tapete porque os meus joelhos estavam em brasas, mas ainda deu tempo de ver o estrago que eu tinha feito no seu anelzinho que estava aberto cagando a minha porra.A verdade é que a minha princesinha se tornou a minha putinha, eu não sei como é que eu faço, para que ela saia da minha cama e nem sei se eu quero que ela saia agora porque eu realmente amo a minha filha….

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